Poetas, editores, produtores e pesquisadores que atuam com as culturas populares têm somente mais duas semanas (até o dia 30 de julho) para se inscrever no prêmio de literatura de cordel - edição patativa do assaré, do Ministério da Cultura. serão selecionadas 200 iniciativas culturais vinculadas à criação e produção, pesquisa, formação e difusão da literatura de cordel e linguagens afins, com premiação total de r$ 3 milhões.
São quatro categorias disponíveis e os candidatos podem se inscrever em duas, sendo premiado apenas em uma. Na primeira categoria, voltada para a criação e produção, serão 100 prêmios. do total, 80 serão destinados a publicações de obra inédita ou reeditada em folheto de cordel, no valor de r$ 7 mil cada. Outros 20 são para produtos artísticos formatados em livro, cd e dvd voltados para a literatura de cordel, xilogravura, repente, cantoria, coco, aboio e embolada no valor de r$ 22 mil cada.
Para a categoria de pesquisa (dissertações de mestrado, teses de doutorado ou reedição de livros publicados até 30 de maio de 2010) serão contempladas 10 iniciativas, no valor de r$ 25 mil cada. Outros 50 projetos serão contemplados na categoria de formação, destinada tanto para a qualificação de profissionais como para a formação leitora do público em geral, através do cordel (cursos, seminários, oficinas, dentre outras atividades sócio-culturais de caráter educativo).
O Edital completo encontra-se nos sites: www.cultura.gov.br ou mais.cultura.gov.br
Quem sou eu
- ASSOCIAÇÃO CACHOEIRENSE DA CULTURA AFRO BRASILEIRA
- Cachoeira do Sul, Rs, Brazil
- Fundada em 19 de Junho de 2000, com objetivo de pesquisar, resgatar e incentivar a cultura e os costumes da raça negra através de atividades recreativas,desportivas e filantrópicas no seio no seu quadro social da comunidade em geral, trabalhar pela ascensão social, econômica e politica da etnia negra, no Municipio, Estado e no Pais.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Seminário destaca a história das mulheres africanas na América
A trajetória das mulheres africanas e afro-brasileiras na América Latina é o tema de mais um seminário dentro do evento Mulheres Negras Latino Americana e Caribenhas. A realização é da Coordenadoria de Assuntos da População Negra e do Conselho Gestor da CONE (Coordenadoria dos Assuntos da População Negra).
O seminário também conta com a parceria da Secretaria Especial de Políticas e Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR/PR, da Coordenação de Políticas para a População Negra Indígena da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania / SP e de duas organizações não governamentais: Elas por Elas Vozes e Ações das Mulheres e Fala Preta: Organização de Mulheres Negras.
No primeiro dia, quatro mesas de discussões iniciam os debates em torno da história das mulheres africanas na América. Os desafios e conquistas na luta pelos Direitos Humanos, a participação política e a gestão pública na América, são os temas do primeiro encontro. No segundo dia, as conferências abordarão o impacto da violência contra as mulheres, em suas variadas formas nas Américas e a atuação das mulheres negras na cultura e nos meios de comunicação.
Palestrantes de diversas instituições propõem aprofundar a discussão sobre assuntos relacionados ao processo de colonização até a libertação, retratando e exaltando os movimentos de resistência das mulheres negras. Eles abordarão também as atuações das mulheres negras, a falta de oportunidade e de direitos, a depreciação, o racismo e a própria opressão de gênero vivenciada por elas.
Ascom/Palmares com informações da CONE
Serviço:
Seminário - A trajetória das mulheres africanas e afro-brasileiras na América Latina
Local - Auditório Franco Montoro da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo - Pateo do Colégio, 148.
Quando - dia 23 das 9h às 18h e dia 24 das 9h30 às 13h
Incrições - pelo telefone (11) 3113-9745 até o dia 22 de julho, às 17 horas
Programação
Dia 23/07
9h30 - Mesa 1: História das Mulheres Africanas na América - da Colonização a Libertação, Movimentos de Resistência
Palestrantes:
Marie Laurence Jocelyn Lacegui - Ministra da Condição Feminina e dos Direitos das Mulheres da República do Haiti. (a confirmar)
Magali Naves - Assessora de Relações Internacionais da Secretaria Espaecial de Política e Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR/PR.
11h - Mesa 2: Histórico das Organizações de mulheres negras na América e seus desafios e conquistas na luta pelos Direitos Humanos.
Palestrantes:
Edna Roland - Coordenadora da Coordenadoria da Igualdade Racial de Guarulhos.
Ana Carolina Querino - Coordenadora da Área de Direitos Econômicos e Sociais da UNIFEM Brasil.
14h00 - Mesa 3: Mulheres Negras e Participação Política
Palestrante:
Dra Cláudia Luna - Presidente da Ong. Elas por Elas - Vozes e Ações das Mulheres.
15h30 - Mesa 4: Mulheres Negras e Gestão Pública na América
Palestrantes:
Roseli de Oliveira - Coordenadora da Coordenação de Políticas para a População Negra e Indígena do Estado de São Paulo.
Vanda Menezes - Ex-Secretária da Secretaria da Mulher do Estado de Alagoas e atualmente Integrante da Rede Mulher e Democracia.
Dia 24/07
10h00 - Mesa 5: Mulheres Negras sob o impacto da Violência em suas variadas formas nas Américas.
Palestrantes:
Deise Benedito - Presidente da Fala Preta e Conselheira do Conselho de Gestão da CONE.
Fátima Duarte - Coordenação Estadual da União Brasileira de Mulheres
11h30 - Mesa 6: Mulheres Negras na Cultura e nos meios de Comunicação
Palestrantes:
Juliana Colombo - Atriz
Rosangela Malachias - Consultora em Comunicação, Educação e Advocacia
Membro do Centro de Estudos e Relações de Trabalho e Desigualdades - CEERT
Núcleo NEINB - Núcleo de Apóio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro
Raquel Moreno - Observatório da Mulher
13h00 - Encerramento
O seminário também conta com a parceria da Secretaria Especial de Políticas e Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR/PR, da Coordenação de Políticas para a População Negra Indígena da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania / SP e de duas organizações não governamentais: Elas por Elas Vozes e Ações das Mulheres e Fala Preta: Organização de Mulheres Negras.
No primeiro dia, quatro mesas de discussões iniciam os debates em torno da história das mulheres africanas na América. Os desafios e conquistas na luta pelos Direitos Humanos, a participação política e a gestão pública na América, são os temas do primeiro encontro. No segundo dia, as conferências abordarão o impacto da violência contra as mulheres, em suas variadas formas nas Américas e a atuação das mulheres negras na cultura e nos meios de comunicação.
Palestrantes de diversas instituições propõem aprofundar a discussão sobre assuntos relacionados ao processo de colonização até a libertação, retratando e exaltando os movimentos de resistência das mulheres negras. Eles abordarão também as atuações das mulheres negras, a falta de oportunidade e de direitos, a depreciação, o racismo e a própria opressão de gênero vivenciada por elas.
Ascom/Palmares com informações da CONE
Serviço:
Seminário - A trajetória das mulheres africanas e afro-brasileiras na América Latina
Local - Auditório Franco Montoro da Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo - Pateo do Colégio, 148.
Quando - dia 23 das 9h às 18h e dia 24 das 9h30 às 13h
Incrições - pelo telefone (11) 3113-9745 até o dia 22 de julho, às 17 horas
Programação
Dia 23/07
9h30 - Mesa 1: História das Mulheres Africanas na América - da Colonização a Libertação, Movimentos de Resistência
Palestrantes:
Marie Laurence Jocelyn Lacegui - Ministra da Condição Feminina e dos Direitos das Mulheres da República do Haiti. (a confirmar)
Magali Naves - Assessora de Relações Internacionais da Secretaria Espaecial de Política e Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR/PR.
11h - Mesa 2: Histórico das Organizações de mulheres negras na América e seus desafios e conquistas na luta pelos Direitos Humanos.
Palestrantes:
Edna Roland - Coordenadora da Coordenadoria da Igualdade Racial de Guarulhos.
Ana Carolina Querino - Coordenadora da Área de Direitos Econômicos e Sociais da UNIFEM Brasil.
14h00 - Mesa 3: Mulheres Negras e Participação Política
Palestrante:
Dra Cláudia Luna - Presidente da Ong. Elas por Elas - Vozes e Ações das Mulheres.
15h30 - Mesa 4: Mulheres Negras e Gestão Pública na América
Palestrantes:
Roseli de Oliveira - Coordenadora da Coordenação de Políticas para a População Negra e Indígena do Estado de São Paulo.
Vanda Menezes - Ex-Secretária da Secretaria da Mulher do Estado de Alagoas e atualmente Integrante da Rede Mulher e Democracia.
Dia 24/07
10h00 - Mesa 5: Mulheres Negras sob o impacto da Violência em suas variadas formas nas Américas.
Palestrantes:
Deise Benedito - Presidente da Fala Preta e Conselheira do Conselho de Gestão da CONE.
Fátima Duarte - Coordenação Estadual da União Brasileira de Mulheres
11h30 - Mesa 6: Mulheres Negras na Cultura e nos meios de Comunicação
Palestrantes:
Juliana Colombo - Atriz
Rosangela Malachias - Consultora em Comunicação, Educação e Advocacia
Membro do Centro de Estudos e Relações de Trabalho e Desigualdades - CEERT
Núcleo NEINB - Núcleo de Apóio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro
Raquel Moreno - Observatório da Mulher
13h00 - Encerramento
Goldman sanciona Lei em meio à denúncias
S. Paulo - O governador de S. Paulo, Alberto Goldman (PSDB), assina nesta segunda-feira (19/07), a Lei que dispõe sobre penalidades administrativas para para os atos de discriminação racial no Estado de S. Paulo.
A Lei é resultado de projeto enviado pelo ex-governador José Serra no ano passado, quando tentativa abafar a repercussão de declarações do seu secretário de Relações Institucionais e atual coordenador da campanha à Presidência, José Henrique Reis Lobo, de que ações afirmativas para negros só ocorreriam em 500 anos.
A Lei será sancionada por Goldman (foto) às 15h30 no Salão dos Pratos, Palácio dos Bandeirantes. A sanção acontece, precisamente no momento em que o Governo do Estado, vem sendo denunciado por crimes praticados pela Polícia Militar contra jovens negros e pobres da periferia.
Depois do assassinato dos dois motoboys - Eduardo Luiz Pinheiro e Alexandre Menezes - mortos, o primeiro sob tortura por policiais num quartel, e o segundo, a chutes e pontapés, em frente em sua casa, na presença da mãe, agora surge o caso do ajudante de pedreiro Cristiano da Silva, também assassinado em circunstâncias suspeitas pela PM.
O caso está sendo investigado pela corporação e pela Polícia Civil, por meio de inquérito que tramita no 38º DP, de Vila Nova Cachoeirinha.
A Lei é resultado de projeto enviado pelo ex-governador José Serra no ano passado, quando tentativa abafar a repercussão de declarações do seu secretário de Relações Institucionais e atual coordenador da campanha à Presidência, José Henrique Reis Lobo, de que ações afirmativas para negros só ocorreriam em 500 anos.
A Lei será sancionada por Goldman (foto) às 15h30 no Salão dos Pratos, Palácio dos Bandeirantes. A sanção acontece, precisamente no momento em que o Governo do Estado, vem sendo denunciado por crimes praticados pela Polícia Militar contra jovens negros e pobres da periferia.
Depois do assassinato dos dois motoboys - Eduardo Luiz Pinheiro e Alexandre Menezes - mortos, o primeiro sob tortura por policiais num quartel, e o segundo, a chutes e pontapés, em frente em sua casa, na presença da mãe, agora surge o caso do ajudante de pedreiro Cristiano da Silva, também assassinado em circunstâncias suspeitas pela PM.
O caso está sendo investigado pela corporação e pela Polícia Civil, por meio de inquérito que tramita no 38º DP, de Vila Nova Cachoeirinha.
Congresso no Rio debate Afrodiáspora
Rio - Cerca de 2 mil pesquisadores de todos os Estados do país e também do exterior são esperados no VI Congresso Brasileiro de Pesquisadores (as) Negros (as) (Copene), que acontece na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), entre os dias 26 e 29 deste mês.
O VI Copene terá como tema a "Afrodiáspora" e suas implicações acerca dos saberes pós-coloniais, poderes e movimentos sociais. A temática irá abordar as lutas históricas das populações negras, assim como os aspectos da presença do negro na política, nas artes, na ciência e diversos outros setores da sociedade.
A escolha desse tema para orientar os debates e proposições, segundo os organizadores, leva em consideração a atual conjuntura brasileira, quando os segmentos negros organizados reivindicam e acentuam o incremento de mecanismos jurídicos políticos de constituição material de direitos, tais como: a Lei n.º 10.6391 e suas Diretrizes Curriculares, a implementação de Políticas de Ações Afirmativas, a luta pela aprovação do Estatuto da Igualdade Racial e do Projeto de Cotas para Negros nas Universidades pelo Congresso Nacional.
Objetivos
O Copene tem o objetivo de difundir e debater os saberes produzidos por negros(as) no Brasil. Para isso, organizou uma programação que discutirá 24 eixos temáticos, como: religiosidade, gênero, quilombos, política e educação. Serão 50 palestrantes selecionados para divulgar conhecimentos científicos, técnicos e artísticos.
Para participar é necessário acessar o formulário de inscrição através do site: www.abpn.org.br/copene. As taxas para participação variam entre R$ 50 (estudantes de graduação e pesquisadores de iniciação científica associados à Associação Brasileira de Pesquisadores Negros – ABPN) e R$ 175 (pesquisadores internacionais não associados).
A UERJ está localizada na Rua São Francisco Xavier, n°524 – Maracanã. O evento será realizado nos turnos da manhã, tarde e noite, das 9h às 22h.
Fonte: http://www.afropress.com.br/
O VI Copene terá como tema a "Afrodiáspora" e suas implicações acerca dos saberes pós-coloniais, poderes e movimentos sociais. A temática irá abordar as lutas históricas das populações negras, assim como os aspectos da presença do negro na política, nas artes, na ciência e diversos outros setores da sociedade.
A escolha desse tema para orientar os debates e proposições, segundo os organizadores, leva em consideração a atual conjuntura brasileira, quando os segmentos negros organizados reivindicam e acentuam o incremento de mecanismos jurídicos políticos de constituição material de direitos, tais como: a Lei n.º 10.6391 e suas Diretrizes Curriculares, a implementação de Políticas de Ações Afirmativas, a luta pela aprovação do Estatuto da Igualdade Racial e do Projeto de Cotas para Negros nas Universidades pelo Congresso Nacional.
Objetivos
O Copene tem o objetivo de difundir e debater os saberes produzidos por negros(as) no Brasil. Para isso, organizou uma programação que discutirá 24 eixos temáticos, como: religiosidade, gênero, quilombos, política e educação. Serão 50 palestrantes selecionados para divulgar conhecimentos científicos, técnicos e artísticos.
Para participar é necessário acessar o formulário de inscrição através do site: www.abpn.org.br/copene. As taxas para participação variam entre R$ 50 (estudantes de graduação e pesquisadores de iniciação científica associados à Associação Brasileira de Pesquisadores Negros – ABPN) e R$ 175 (pesquisadores internacionais não associados).
A UERJ está localizada na Rua São Francisco Xavier, n°524 – Maracanã. O evento será realizado nos turnos da manhã, tarde e noite, das 9h às 22h.
Fonte: http://www.afropress.com.br/
Seminário da Acca define palestrantes
A Associação Cachoeirense da Cultura Afro-brasileira (Acca) definiu os palestrantes do seminário 122 Anos após Falsa Abolição: Lutas, Derrotas e Conquistas de uma Raça. Serão integrantes da União de Negros pela Igualdade (Unegro).
De acordo com o presidente da Acca, Luciano Ramos, representantes dos movimentos negros cachoeirenses também participarão da mesa de debates. Entre os assuntos que serão debatidos estão o negro e o mercado de trabalho, saúde da população negra, a mulher negra e juventude negra, políticas públicas da promoção da igualdade racial, estatuto da igualdade racial e religiosidade (intolerância religiosa).
O seminário acontecerá no próximo dia 23, das 18h30min às 22h30min, e dia 24, das 8h30min às 18h30min, na Câmara de Vereadores.
- Os participantes receberão certificado de 12 horas.
- As inscrições custam a doação de um quilo de alimento não-perecível. Os donativos serão repassados ao Lions Clube.
OS PAINELISTAS
- Gisele Vidal de Albuquerque, da juventude estadual da Unegro
- Kátia Regina Oliveira, secretária de organização estadual
- José Antonio dos Santos da Silva, coordenador nacional (foto)
- Elis Regina Gomes de Vargas, secretária de organização de Porto Alegre
- Renato da Silva Borba, secretário de finanças estadual
- Silvia Regina Souza Vieira, coordenadora estadual do Movimento Negro Unificado (MNU)
Fonte: http://www.jornaldopovo.com.br/
De acordo com o presidente da Acca, Luciano Ramos, representantes dos movimentos negros cachoeirenses também participarão da mesa de debates. Entre os assuntos que serão debatidos estão o negro e o mercado de trabalho, saúde da população negra, a mulher negra e juventude negra, políticas públicas da promoção da igualdade racial, estatuto da igualdade racial e religiosidade (intolerância religiosa).
O seminário acontecerá no próximo dia 23, das 18h30min às 22h30min, e dia 24, das 8h30min às 18h30min, na Câmara de Vereadores.
- Os participantes receberão certificado de 12 horas.
- As inscrições custam a doação de um quilo de alimento não-perecível. Os donativos serão repassados ao Lions Clube.
OS PAINELISTAS
- Gisele Vidal de Albuquerque, da juventude estadual da Unegro
- Kátia Regina Oliveira, secretária de organização estadual
- José Antonio dos Santos da Silva, coordenador nacional (foto)
- Elis Regina Gomes de Vargas, secretária de organização de Porto Alegre
- Renato da Silva Borba, secretário de finanças estadual
- Silvia Regina Souza Vieira, coordenadora estadual do Movimento Negro Unificado (MNU)
Fonte: http://www.jornaldopovo.com.br/
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Para UNEGRO, veto ao Estatuto é esquerdismo irresponsável
S. Paulo - Porta-vozes de um “esquerdismo irresponsável que faz coro com a direita reacionária”. Foi dessa forma que o coordenador geral da União de Negros pela Igualdade (UNEGRO), Edson França (foto) reagiu ao movimento desencadeado por mais de uma centena de entidades do Movimento Negro, que hoje se reúne em Brasília para uma Assembléia Popular que tem como objetivo pedir ao próprio Presidente Luiz Inácio Lula da Silva o veto ao Estatuto aprovado pelo Senado.
“Fingem desconhecer o jogo político no parlamento, a correlação de forças que se chocaram na defesa do Estatuto da Igualdade Racial e de todas as propostas que visam promover socialmente a população negra. Baseados numa (afro) ideologia que não se sustenta teoricamente, propõem o sepultamento das conquistas. São forças que sofrem de um profundo autismo político e querem levar o movimento negro ao caminho do isolamento”, afirmou.
França disse que é legítimo perguntar qual a seriedade “dos interlocutores de um movimento social, que apóia 10 anos de luta por uma lei, a rejeita porque não foi atendido na integralidade?”.
“São sérios? Estão em consonância com a base social representada? Qual a garantia de que pleitos futuros serão considerados, visto que a principal bandeira recebeu um tratamento inadequado? Desafio eles a apresentar todos os artigos do Estatuto da Igualdade Racial para população negra e verificar se os negros e negras brasileiras aceitam ou vetam o Estatuto”, concluiu.
Na entrevista que concedeu ao editor de Afropress, o coordenador da UNEGRO, articulação de lideranças negras filiadas ao próximas ao PC do B, aproveitou além de acusar o que chama de “esquerdismo irresponsável”, “sem base social real, que aposta no tudo ou nada”, criticou o que definiu o que chamou de “postura política e ideológica que não reconhece o caminho da promoção da igualdade racial percorrido nesses últimos 30 anos, sob um arsenal teórico frágil, propõe uma espécie de OLP no Brasil”, numa alusão direta ao Movimento Negro Unificado, a principal organização o movimento pelo veto, que teria essa proposta como meta política.
Também em entrevista à Afropress, Reginaldo Bispo, coordenador nacional de organização do MNU, negou que seu movimento proponha a formação de um organismo semelhante à OLP no Brasil. "Esta não é a compreensão e pratica política dos negros e do MNU. Somos pela construção do Projeto Político do Povo Negro para o Brasil e da Reparação Histórica e Humanitária de acordo com convenções internacionais da qual o Brasil é signatário. Nossa opção é a luta direta e política de convencimento e de organização das massas", disse Bispo.
Para o coordenador da UNEGRO, há também os que agem por “revanchismo porque não foram chamados pela SEPPIR para discutir antes da aprovação agora propõem jogar a água e a criança fora”.
Leia, na íntegra, a entrevista concedida por Edson França, coordenador geral da UNEGRO, ao editor de Afropress, jornalista Dojival Vieira no http://www.afropress.com.br/
“Fingem desconhecer o jogo político no parlamento, a correlação de forças que se chocaram na defesa do Estatuto da Igualdade Racial e de todas as propostas que visam promover socialmente a população negra. Baseados numa (afro) ideologia que não se sustenta teoricamente, propõem o sepultamento das conquistas. São forças que sofrem de um profundo autismo político e querem levar o movimento negro ao caminho do isolamento”, afirmou.
França disse que é legítimo perguntar qual a seriedade “dos interlocutores de um movimento social, que apóia 10 anos de luta por uma lei, a rejeita porque não foi atendido na integralidade?”.
“São sérios? Estão em consonância com a base social representada? Qual a garantia de que pleitos futuros serão considerados, visto que a principal bandeira recebeu um tratamento inadequado? Desafio eles a apresentar todos os artigos do Estatuto da Igualdade Racial para população negra e verificar se os negros e negras brasileiras aceitam ou vetam o Estatuto”, concluiu.
Na entrevista que concedeu ao editor de Afropress, o coordenador da UNEGRO, articulação de lideranças negras filiadas ao próximas ao PC do B, aproveitou além de acusar o que chama de “esquerdismo irresponsável”, “sem base social real, que aposta no tudo ou nada”, criticou o que definiu o que chamou de “postura política e ideológica que não reconhece o caminho da promoção da igualdade racial percorrido nesses últimos 30 anos, sob um arsenal teórico frágil, propõe uma espécie de OLP no Brasil”, numa alusão direta ao Movimento Negro Unificado, a principal organização o movimento pelo veto, que teria essa proposta como meta política.
Também em entrevista à Afropress, Reginaldo Bispo, coordenador nacional de organização do MNU, negou que seu movimento proponha a formação de um organismo semelhante à OLP no Brasil. "Esta não é a compreensão e pratica política dos negros e do MNU. Somos pela construção do Projeto Político do Povo Negro para o Brasil e da Reparação Histórica e Humanitária de acordo com convenções internacionais da qual o Brasil é signatário. Nossa opção é a luta direta e política de convencimento e de organização das massas", disse Bispo.
Para o coordenador da UNEGRO, há também os que agem por “revanchismo porque não foram chamados pela SEPPIR para discutir antes da aprovação agora propõem jogar a água e a criança fora”.
Leia, na íntegra, a entrevista concedida por Edson França, coordenador geral da UNEGRO, ao editor de Afropress, jornalista Dojival Vieira no http://www.afropress.com.br/
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Acordo que aprovou Estatuto teve a mão e ajuda do Planalto
Brasília - O Palácio do Planalto se envolveu diretamente nas articulações e no acordo com o DEM para aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, ocorrido na semana passada, e contra o qual se insurgiram setores representativos do Movimento Negro Brasileiro.
Segundo Afropress apurou, o próprio ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, participou das discussões e negociações com o DEM embora os personagens visíveis tenham sido o ministro chefe da SEPPIR, Elói Ferreira de Araújo, o ex deputado Edson Santos, e o autor do projeto original, senador Paulo Paim (foto).
Trunfo de campanha
O empenho do Planalto em votar o projeto - às vésperas do recesso de julho e em plena Copa do Mundo - teria tido, segundo as mesmas fontes, dois motivos: primeiro, o empenho de Santos e Paim em usarem a aprovação do Estatuto - há anos parado nas gavetas do Congresso - como trunfo nas suas respectivas campanhas eleitorais.
No caso do ex-ministro, que se afastou do cargo em abril, deixando no lugar, o seu adjunto, Elói Ferreira de Araújo, mesmo enfrentando questionamento de setores do PT, além de instrumento para o seu marketing de campanha, o Estatuto passa a ser a principal - e para os seus críticos a única - realização da sua gestão à frente da SEPPIR, desde que substituiu a ex-ministra Matilde Ribeiro, exonerada por envolvimento no caso dos cartões corporativos.
Seria essa a razão pela qual, o ex-ministro, embora fora do cargo, tem acompanhado de perto todas as ações de Araújo: esteve em Atlanta para participar da Conferência do Plano de Ação Brasil/EUA para superação da discriminação racial; e - mesmo não sendo senador - participou da mesa da Comissão de Justiça e Redação que aprovou o texto final do Estatuto que, ao final, foi endossado por acordo dos partidos no plenário do Senado.
Ganho político
No caso do interesse do Planalto, a explicação seriam igualmente o fato de Lula ter entendido ser um ganho político da sua gestão, deixar o Estatuto da Igualdade Racial aprovado e, ainda por tabela - agradar dois parlamentares importantes de sua base de apoio: um, que esteve à frente da SEPPIR nos últimos dois anos; e o segundo Paulo Paim, que além de autor de outros Estatutos - como o dos Idosos - vai para uma campanha para conquistar mais um mandato, de onde pretende disputar o Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Pressão para votar
A admissão do envolvimento do Planalto foi assumida pelo próprio relator do Estatuto, senador Demóstenes Torres (DEM-Goiás), que admitiu ter sido pressionado para submeter o projeto à votação agora.
Depois, na reação de Demóstenes diante de uma declaração do ministro da SEPPIR de que o Presidente com o texto do projeto aprovado, poderia adotar o sistema de cotas por decreto. “É golpe”, reagiu Demóstenes.
Há uma outra evidência que confirmam o apurado por Afropress. As entidades que são a base do Governo no Movimento Negro, como a CONEN, formada por ativistas e lideranças negras do PT, e a UNEGRO, a entidade que reúne os militantes negros do PC do B, bem como as lideranças que fizeram campanha pela retirada do projeto, uma vez aprovado o Estatuto, recolheram-se.
A CONEN não fez, posteriormente qualquer manifestação; a UNEGRO por meio do seu coordenador geral, Edson França, passou a considerar que a data da aprovação do Estatuto relatado por Demóstenes "foi um dia histórico”; e as lideranças que estiveram à frente não deram continuidade ao ensaio de rebelião iniciado propondo, por exemplo, o movimento pela não sanção do Estatuto.
A explicação para o mutismo e o silêncio seria, segundo as mesmas fontes, estaria o cálculo político de não bater de frente com a mão que estaria por trás do acordo: a do próprio Presidente Luis Inácio Lula da Silva.
Fonte: http://www.afropress.com.br/
Palmares lança Manual de Convênios
As entidades públicas e privadas sem fins lucrativos que querem estabelecer convênios com a Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da cultura, podem contar, desde a última segunda-feira (21), com a 1ª edição do Manual de Convênios e Instrumentos de Repasse - Orientações Técnicas ao Convenente, que apresenta orientações sobre os procedimentos, fluxos e normas internas para os processos de apoio a projetos na área da cultura afro-brasileira, mediante convênio e contratos de repasse.
O Manual de Convênios foi elaborado por um Grupo de Trabalho - GT, e consolidado pela Coordenação de Gestão Estratégica da FCP, estando em consonância com as previsões no Decreto nº 6.170, de 25/07/2007 e na Portaria Interministerial nº 127, de 29/05/2008.
Publicado em linguagem simples, para facilitar o entendimento e detalhar os procedimentos que ficam a cargo dos próprios órgãos e entidades proponentes na solicitação de apoio financeiro à Palmares, o Manual já pode ser consultado no site da Fundação. Ele também apresenta as ações da FCP que podem ser utilizadas para apoio a projetos e todas as etapas de um convênio: celebração, execução e prestação de contas.
O Manual de Convênios foi elaborado por um Grupo de Trabalho - GT, e consolidado pela Coordenação de Gestão Estratégica da FCP, estando em consonância com as previsões no Decreto nº 6.170, de 25/07/2007 e na Portaria Interministerial nº 127, de 29/05/2008.
Publicado em linguagem simples, para facilitar o entendimento e detalhar os procedimentos que ficam a cargo dos próprios órgãos e entidades proponentes na solicitação de apoio financeiro à Palmares, o Manual já pode ser consultado no site da Fundação. Ele também apresenta as ações da FCP que podem ser utilizadas para apoio a projetos e todas as etapas de um convênio: celebração, execução e prestação de contas.
Edital de Convocação de Membros para Compor a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura 2010
Inscrições até 14 de julho
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), está com seu processo aberto para indicação dos membros que comporão a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) para o biênio 2011/2012. O Edital, publicado no Diário Oficial da União no último dia 7, torna pública a abertura das inscrições e traz como novidade uma metodologia que visa ampliar a representatividade das cinco regiões brasileiras em seu plenário.
O processo de habilitação dos representantes da sociedade civil organizada para indicarem os membros que comporão a CNIC será realizado entre os dias 13 de maio e 14 de julho de 2010. Poderão participar do processo as entidades de caráter associativo de âmbito nacional representativas de setor cultural, artístico ou do empresariado nacional, devendo preencher o Formulário de Inscrição e encaminhar toda a documentação das seguintes formas:
1- diretamente no protocolo central do MinC ou encaminhada por via postal, com aviso de recebimento, devendo, em ambos os casos, estar acondicionada em envelope endereçado à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura - MinC, Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 1º Andar, CEP 70068-900,Brasília - Distrito Federal, aos cuidados do Presidente da Comissão Avaliadora; ou
2- endereçado à Caixa Postal n.º 8.606, CEP 70.312-970, Brasília - DF, sob a inscrição - Edital de Convocação CNIC 2011/2012″.
A divulgação da lista das entidades habilitadas para o processo de indicação acontecerá no dia 10 de agosto, por meio do sítio do Ministério da Cultura e publicação no Diário Oficial da União. "O novo processo converge com os princípios de representatividade nacional da CNIC, com a proposta de expandir o caráter democrático, plural e aberto à participação da sociedade", disse o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Menezes.
Edital
Formulário de Inscrição
Informações: (61) 2024 2137 - cnic@cultura.gov.br
Erika Freddi, Coordenadora Adminstrativa da CNIC
Informações à imprensa: (61) 2024-2127
Caroline Borralho, Assessoria de imprensa da Sefic/MinC
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), está com seu processo aberto para indicação dos membros que comporão a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) para o biênio 2011/2012. O Edital, publicado no Diário Oficial da União no último dia 7, torna pública a abertura das inscrições e traz como novidade uma metodologia que visa ampliar a representatividade das cinco regiões brasileiras em seu plenário.
O processo de habilitação dos representantes da sociedade civil organizada para indicarem os membros que comporão a CNIC será realizado entre os dias 13 de maio e 14 de julho de 2010. Poderão participar do processo as entidades de caráter associativo de âmbito nacional representativas de setor cultural, artístico ou do empresariado nacional, devendo preencher o Formulário de Inscrição e encaminhar toda a documentação das seguintes formas:
1- diretamente no protocolo central do MinC ou encaminhada por via postal, com aviso de recebimento, devendo, em ambos os casos, estar acondicionada em envelope endereçado à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura - MinC, Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 1º Andar, CEP 70068-900,Brasília - Distrito Federal, aos cuidados do Presidente da Comissão Avaliadora; ou
2- endereçado à Caixa Postal n.º 8.606, CEP 70.312-970, Brasília - DF, sob a inscrição - Edital de Convocação CNIC 2011/2012″.
A divulgação da lista das entidades habilitadas para o processo de indicação acontecerá no dia 10 de agosto, por meio do sítio do Ministério da Cultura e publicação no Diário Oficial da União. "O novo processo converge com os princípios de representatividade nacional da CNIC, com a proposta de expandir o caráter democrático, plural e aberto à participação da sociedade", disse o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Henilton Menezes.
Edital
Formulário de Inscrição
Informações: (61) 2024 2137 - cnic@cultura.gov.br
Erika Freddi, Coordenadora Adminstrativa da CNIC
Informações à imprensa: (61) 2024-2127
Caroline Borralho, Assessoria de imprensa da Sefic/MinC
O que é Consciência Negra para você?
Senhoras e senhores, bom dia,
A Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias tem o prazer de convidá-los(as) a participar da campanha cultural Consciência Negra em Cartaz por meio do site O que é Consciência Negra para você? (www.consciencianegra.com.br).
A "consciência negra" é um dos mais emblemáticos discursos produzidos pelo movimento negro brasileiro e internacional desde a década de 1960. Esse discurso visa fazer com que o cidadão consciente, negro ou não, informe e conscientize os cidadãos não esclarecidos sobre o racismo, a violência, a discriminação que os negros sofrem no Brasil e fora dele, inclusive na África.
A "consciência negra", hoje em dia e nesta campanha, em especial, não é um patrimônio exclusivo do movimento negro, nem tampouco dos negros militantes, mas de todos (brancos, amarelos e indígenas) os indivíduos e grupos que lutam pela melhoria das condições sociais, econômicas e psíquicas da população negra.
Ao participar desta campanha, você estará dizendo o que é "consciência negra" para você, para os seus parentes e amigos, para o mundo que te envolve. Assim, conscientizará pessoas conhecidas e desconhecidas sobre a necessidade de se construir um mundo menos violento, mais fraterno, mais democrático e republicano.
O objetivo desta campanha é realizar uma discussão sobre as várias questões que envolvem a temática da consciência negra. E tal discussão será realizada através da elaboração de uma peça gráfica, o cartaz, buscando com isso o envolvimento e a reflexão da população sobre o tema, sugerido através da pergunta O que é consciência negra para você?.
No site é possível responder à questão acima de três maneiras: enviando uma frase, um cartaz pronto ou montar seu cartaz no próprio site, usando as idéias dos demais participantes. Leia o regulamento no site.
Acesse também o blog O que é Consciência Negra para você? (http://blog.consciencianegra.com.br/) onde você encontrará diversos textos que o farão refletir para responder à questão.
Atenciosamente,
Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias
Secretaria de Estado da Cultura
Governo de São Paulo
http://www.consciencianegra.com.br/
http://blog.consciencianegra.com.br/
A Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias tem o prazer de convidá-los(as) a participar da campanha cultural Consciência Negra em Cartaz por meio do site O que é Consciência Negra para você? (www.consciencianegra.com.br).
A "consciência negra" é um dos mais emblemáticos discursos produzidos pelo movimento negro brasileiro e internacional desde a década de 1960. Esse discurso visa fazer com que o cidadão consciente, negro ou não, informe e conscientize os cidadãos não esclarecidos sobre o racismo, a violência, a discriminação que os negros sofrem no Brasil e fora dele, inclusive na África.
A "consciência negra", hoje em dia e nesta campanha, em especial, não é um patrimônio exclusivo do movimento negro, nem tampouco dos negros militantes, mas de todos (brancos, amarelos e indígenas) os indivíduos e grupos que lutam pela melhoria das condições sociais, econômicas e psíquicas da população negra.
Ao participar desta campanha, você estará dizendo o que é "consciência negra" para você, para os seus parentes e amigos, para o mundo que te envolve. Assim, conscientizará pessoas conhecidas e desconhecidas sobre a necessidade de se construir um mundo menos violento, mais fraterno, mais democrático e republicano.
O objetivo desta campanha é realizar uma discussão sobre as várias questões que envolvem a temática da consciência negra. E tal discussão será realizada através da elaboração de uma peça gráfica, o cartaz, buscando com isso o envolvimento e a reflexão da população sobre o tema, sugerido através da pergunta O que é consciência negra para você?.
No site é possível responder à questão acima de três maneiras: enviando uma frase, um cartaz pronto ou montar seu cartaz no próprio site, usando as idéias dos demais participantes. Leia o regulamento no site.
Acesse também o blog O que é Consciência Negra para você? (http://blog.consciencianegra.com.br/) onde você encontrará diversos textos que o farão refletir para responder à questão.
Atenciosamente,
Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias
Secretaria de Estado da Cultura
Governo de São Paulo
http://www.consciencianegra.com.br/
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